OBSERVANDO

Wellington Medeiros (*)

welingtonmedeiros@bol.com.br 


 

Observando o twitter

            Wellington Medeiros*

 

Observando o twitter

Depois do computador surgiu o celular e agora – e este agora já conta três anos – o twitter, o novo fenômeno mundial a conquistar cada dia novos adeptos. Já são cerca de 50 milhões de usuários em todo o mundo. Ao contrário do computador ao qual aderi assim que começou a se popularizar através do advento da Internet e do celular, a este apesar de resistir logo me rendi, pois o considerava e mantenho a imagem de uma “coleira”, o twitter acesso por curiosidade, raramente por necessidade, mas ainda não senti falta dessa ferramenta moderna, considerada fascinante. Se os dois primeiros implicam em investimento, o twitter ainda é gratuito e talvez por isso a reflexão, pois como se diz “não existe almoço de graça”.

Mesmo assim, percebe-se um instrumento de transparência, em especial para a classe política. Ou para artistas, muitos deles já cercados de paparazzi e bisbilhoteiros. Pode ter uso de utilidade pública e até de emergência. Como um comandante de Corpo de Bombeiros, por exemplo, que pode muito bem convidar voluntários de uma comunidade para combater rapidamente um incêndio, ou até mesmo evacuar determinada área. Ou o médico, com paciente necessitando com urgência de determinado tipo de sangue. E porque não, o pedido de socorro diante da iminência de um assalto ou até mesmo para atender vítimas de um acidente. É o moderno radioamador.

Um fator positivo no twitter é que não tem espaço para prolixidade, isto é, conversa mole. As mensagens têm no máximo 140 caracteres, o tamanho aproximado de uma mensagem de texto de celular. Quanto à definição, a mais aceita é de que se trata de uma rede social em que se compartilha informação. Neste domingo - ainda na condição de excluído - ao tempo em que escolhia um tema para este artigo, os assuntos foram surgindo e conclui que o melhor seria utilizar o estilo coluna, como produzi durante algum tempo no jornal “a República”, sob o título “Observando”, aproveitar e dar um treino para uma futura incursão pelo twitter, também classificado como um colunismo de plantão a bisbilhotar o dia a dia das pessoas.

Fiel ao decálogo segue-se dez mensagens que esta semana, caso fosse usuário, teria colocado no twitter: - Daniel, meu segundo neto, hoje – segunda-feira, 9 de novembro - completa 20 dias. Filho de Dalton e Ana Carla, se seguir os passos da bisavó Olívia Pereira Rodrigues (hoje com 105 anos) irá comemorar, com folga, a chegada do ano 2.100 // Xará da minha nora, a jornalista Ana Carla Queiroz, editora e apresentadora do Jornal da Tropical, aproveitou o feriadão no Rio de Janeiro e, garante, para minha surpresa que voltou a percorrer diversos pontos da Cidade Maravilhosa, sem testemunhar qualquer sinal de violência, mas ressalva que viu muitos policiais nas ruas // Em Natal, o colega jornalista Murilo Meireles, também apresentador do Jornal da Tropical, não esconde a indignação com o assassinato de um pastor evangélico durante vigília de oração num dos bairros da capital.

Paulo Macedo liga para agradecer ao superintendente Jânio Vidal, da TV Tropical, que participou durante a semana de Convenção da Record, em São Paulo, o apoio dado à homenagem que recebeu de amigos e admiradores pelos 44 anos de Jornalismo. Do bom e do bem // Procurador do Estado, Adalberto Targino, um dos incentivadores da homenagem ao decano jornalista, em artigo publicado sábado, neste JH, cita a Constituição e diz crer na soberania do direito e na prevalência da justiça, para a restauração de sacrossantos direitos – adicionais por tempo de serviço - violentamente retirados dele e dos colegas procuradores // Jornalista Marcos Aurélio de Sá, agraciado com a Medalha do Mérito Dinarte Mariz, do Tribunal de Contas do Estado, surpreso com a comenda, mas repete Ulisses Guimarães, “a justificativa é sempre atribuição de quem a concedeu”.

O editor esportivo Glauber Nascimento, da Tropical, nunca ousou, mas o ex-presidente do América, Jussier Santos, deve ter lembrado na semana que passou – faz sentido – o sufoco do “time da funerária” como gosta de tratar carinhosamente o ABC // Ele ainda vai ficar vermelho de raiva, dizia José Prudêncio Sobrinho, saudoso presidente do alvinegro, ao prometer ganhar do América, o que não era difícil // O jornalista Walter Medeiros (www.rnsites.com.br) inconformado com o estado em que se encontra a rua onde mora, a Neusa Farache, em Capim Macio, tem a promessa do secretário Demétrio Torres de que o atual quadro de abandono está com os dias contados // Jornalistas Filipo Cunha (Band Natal) e Kaline Mesquita (TV Tropical) juntam as escovas no próximo sábado, 14. Kaline, apresentadora do Tropical Notícias/Edição da Noite, de férias, já é substituída também na chefia da redação à tarde pela irrequieta, igualmente bela e ainda solteira, a jornalista Patrícia Cordeiro.

 

 

 

(*) Wellington Medeiros é Jornalista. 

. Artigo publicado também no Jornal de Hoje, edição de 09.11.2009

 

 

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Leia também a coluna Notícias, de Wellington Medeiros, no Site da Rede Tropical

 

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