Literatura do RN
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03.03.2007 

ESCOLA ADOTA LIVRO DE AUTOR POTIGUAR

O Colégio Marista de Natal - no segmento Ensino Médio - adota livro de literatura de autor do Rio Grande do Norte. Os alunos do 1º ano, sob responsabilidade da professora de Literatura Adelina Maria Nunes de Oliveira, já estudam TEMAS ROUBADOS, da poeta Anchella Monte, publicado em 2006 pela editora Sebo Vermelho.

A escolha do livro deve-se a dois fatores principais: valorização da literatura potiguar e a proposta do livro citado, que é a de dialogar com outros autores, através do recurso da intertextualidade.

A escolha do Marista abre precedente importante em nosso estado, que tem literatura de qualidade, mas é preciso formar leitores, ampliar o universo daqueles que a conhecem. Para a escola, um dos pilares que norteiam o seu projeto pedagógico é a valorização da cultura, principalmente da cultura na qual está inserida.

25.11.2006 

Escritora recebe o título de Cidadã Natalense

Karina Moraes - repórter da CMN

A Câmara Municipal do Natal concedeu hoje (24/11) o título de cidadã natalense a escritora Maria Aldenita de Sá Fonseca de Souza, natural da cidade de Santana dos Matos e residente em Natal há exatos 50 anos.

Nesse meio século de vida na capital, Maria Aldenita de Sá, que já se considerava natalense “de coração”, desenvolveu o seu dom, a poesia, sendo uma das responsáveis pela fundação da Academia Norte-riograndense de Letras femininas.

De acordo com a homenageada, ser natalense é um estado de espírito. “Eu fiz uma vida procurar somar algo para as pessoas. E estou muito feliz com esse reconhecimento”, disse Maria Aldenita.

“Nós estamos reconhecendo o trabalho e a dedicação desta grande mulher, que deu sua contribuição tanto para cultura como para a educação da nossa cidade”, afirmou o vereador Hermano Morais, autor da proposta para o título de Maria Aldenita.

A principal obra da escritora potiguar foi o livro “Ternuras”, escrito em 1980.

25.07.2006 

Dia do Escritor comemorado com Fórum em Natal

. REPERCUSSÃO

 

A realização de campanhas para defender o gosto pela leitura, a garantia do livro de autor potiguar para as nossas escolas e a obrigatoriedade da literatura potiguar no currículo do ensino secundário, principalmente, são as propostas do escritor Manoel Onofre Júnior para assegurar um desenvolvimento do setor literário e editorial do Rio Grande do Norte. Essas idéias foram expostas na tarde do dia 25 de julho de 2006, no Fórum de Discussões sobre o processo de criação de livros promovido pela Livraria Siciliano, no Shopping Midway Mall, para comemorar o Dia do Escritor.

Manoel Onofre considera a atividade do escritor uma “missão muito árdua, de caráter até quixotesco”, mas diz ter a expectativa de que a realidade social melhore. Segundo ele, “o problema não é os escritores, mas precisamos de leitores e os meios audiovisuais vêm ocupando espaços que fazem o livro ser subestimado”. O escritor, que é membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras, explica que todas aquelas suas idéias visam fomentar o gosto pela leitura.

O dia 25 julho foi escolhido como Dia Nacional do Escritor em 1960, depois do sucesso do I Festival do Escritor Brasileiro. A iniciativa partiu da União Brasileira de Escritores, através de José Peregrino e Jorge Amado, presidente e vice, respectivamente, da UBE. Atualmente a unidade da UBE no Rio Grane do Norte está sendo reativada, devendo ser escolhida uma Diretoria em assembléia geral ainda a ser marcada.

Coordenado pelo escritor e jornalista Carlos de Souza – Editor do Caderno de Educação da Tribuna do Norte, o Fórum de Discussões sobre o processo de criação de livros contou com a presença de cerca de 40 escritores potiguares, contando ainda na mesa coordenadora com falas da poeta Diva Cunha e dos prosadores Pablo Capistrano e Carlos Fialho, representante do movimento Jovens Escribas.

Desespero

A escritora Diva Cunha opinou sobre a editoração de livros no Estado, afirmando que “publicar é até um desespero” e que as portas são fechadas para o financiamento de livros até mesmo quando a publicação é amparada pela lei de incentivo à cultura. Segundo Diva, “escrever é uma novela para o escritor”. Nessas circunstâncias, ela assevera que a política cultural é inexistente no Rio Grande do Norte.

Procurando abordar especificamente o tema do fórum - o processo de criação de livros – Carlos de Souza  disse que se considera um escritor quase bissexto, referindo-se a períodos que passou sem produzir livros. Mas diz que está com vários livros na gaveta, tendo pelo menos um com fortes perspectivas de ser editado pelo Sebo Vermelho, cujo proprietário, Abmael Silva estava também presente.

Pablo Capistrano, da mesma forma fez referência ao seu processo de criação, fazendo uma separação entre o interno – a produção literária em si, e o externo, relacionado com a publicação das obras. Encerrando uma rodada da mesa, Carlos Fialho, dos Jovens Escribas, disse que sua produção é sempre voltada para textos curtos, principalmente contos e crônicas, para os quais sempre guarda os temas e termos, a fim de facilitar na produção.

Instituição

Entre os que usaram da palavra em seguida, o escritor, poeta e jornalista Walter Medeiros informou que tem vários livros escritos em busca de editores, entre eles “Eu sou livre – um grito dos anos 70”, que trata da vida política daquela época. Segundo ele, vivemos hoje uma nova realidade, onde os custos gráficos tendem a baixar, com a popularização da microinformática. A respeito das idéias de Manoel Onofre, disse que precisamos de uma instituição que encare a produção dos nossos escritores como uma questão institucional e não órgãos com planos editoriais irrisórios.

Representando a União Brasileira de Escritores, em reativação, o poeta Lívio Oliveira afirmou que a entidade trabalha para ampliar o interesse pelo livro e em prol da divulgação dos autores. Entre os seus projetos, estão a criação de um site, uma revista e um programa de rádio sobre literatura potiguar. No momento, já estão divulgando a campanha através de um banner com a frase “LEIA O AUTOR POTIGUAR”.

Visivelmente emocionado o professor Otomar Lopes Cardoso disse que estava empolgado em ver naquela reunião o Rio Grande do Norte com amor às letras e à cultura. Segundo ele, o Centro Norte-rio-grandense no Rio de Janeiro pode ser um bom canal para ajudar a divulgação dos escritores. Sugeriu que sejam enviados livros para a Biblioteca da Centro Norte-rio-grandense, onde podem ser realizados também lançamentos de livros.

 

 

REPERCUSSÃO 

 

Sobre a reunião dos escritores na livraria Siciliano - observamos oseguinte:

01.Os autores de trabalhos escritos, sem publicação, assim como outros de Natal-RN poderiam se organizar melhor, sem demora - para examinar este assunto, visando obter a solução adequada, independente e com auto-gestão.

02. Bastaria sair da acomodação com expectativa de ser atendido por alguém - para ser realizada a publicação de suas obras escritas - resultantes de estudo e pesquisa para que assim a nossa coletividade tivesse oportunidade de obter mais alguma coisa pelos caminhos do conhecimento.

03 - Organização, sim - seria o meio mais autêntico para resolver o problema. Estamos falando e pensando numa associação, cooperativa a ser constituída com o mínimo de 20 pessoas, inicialmente, dispostas em constituir essa entidade, com seus próprios recursos, mesmo que estes inicialmente, sejam pequenos no plano individual, mas seriam médios-grandes, no coletivo.

04 - Com esse respaldo de organização - o grupo poderia fazer um plano de publicações a cada ano, de acordo com o montante disponível, desde que este fosse constituído por cada participante da entidade.

05 - A questão maior, segundo o nosso entendimento, consiste na falta de reconhecimento da necessidade de ação social - olhando para o futuro, mesmo considerando que no passado e na atualidade não temos, nem fazemos experiências dessa natureza - porque vivemos ligados com o lucro imediatista - apesar das idéias de humanismo, interação social, política, econômica...etc e tal.

. Aviso aos navegantes: se alguém quiser ver e pensar sobre isto - estou a fim de ir ao grupo.

Arlindo Freire.

 

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