Natal, 25 de maio de 2019

       Natal, o Rio Grande do Norte, o Brasil e o Mundo no foco de Walter Medeiros

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REFLEXÃO 


Desencontros na TAP

Dias atrás estávamos na Alemanha, preparando-nos para voltar ao Brasil, pela TAP – Linhas Aéreas Portuguesas, e precisamos fazer uma modificação na reserva do voo. Acessamos o site da empresa, e começamos a fazer a modificação. O sistema recebeu a modificação para o primeiro passageiro (só era possível realizar uma alteração por vez), mas quando voltamos para realizar a alteração para o segundo passageiro, a opção não existia mais. Veio aquela aflição, pois teríamos situações diferentes no voo.

Procuramos o atendimento da TAP, através do e-mail. Responderam que deveríamos contactar pelo 0800 da empresa. Tentamos, mas a informação era de que o número fornecido não existia. Enviamos novo e-mail, relatando a novidade. Mandaram outro telefone, do Call Center. Ligamos, mas, da mesma forma, informaram que o dito telefone não existia. Mudamos, então, para o setor de reclamação. Contamos tudo e fizemos a solicitação. Forneceram um endereço para acompanhamento, que nunca apresentou modificação.

Aproximando-se a data do embarque, voltamos ao site e uma janelinha ofereceu-se para conversa on line. Nessa conversa, relatamos tudo, e o(a) atendente adotou todas as providências, resolvendo a nossa solicitação. Conferimos na reserva, e a alteração estava lá, do jeito que desejávamos. O maior estresse já havia passado, mas, depois de feito o check-in e afivelado as malas, eis que recebemos um e-mail do setor de reclamações, informando que, para tratar das mudanças que solicitáramos deveríamos telefonar para aquele mesmo 0800 ou para o mesmo número do Call Center. Viajamos.

Esta falha do sistema, além de prejudicar e gerar aflições nos clientes, acarreta prejuízos à companhia, pois deixa de vender serviços. Depois de vários momentos de tentativas para resolver o problema, a resposta parece despreocupada, como se nada demais tivesse ocorrido. Não deve ser difícil fazer com que o sistema receba pedidos de mais de um passageiro da mesma reserva, a fim de evitar situações como aquela.


25.05.2019


 A volta do Aeroporto Augusto Severo

A volta à atividade do Aeroporto Internacional Augusto Severo, desativado em 2014, para dar lugar ao Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, pode ser discutida na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, quando for apresentada a proposta de transformá-lo em um museu histórico da Segunda Guerra Mundial. A proposta do grupo formado pelo Sebrae RN, Governo do Estado e prefeituras de Natal e Parnamirim, mostrada ontem (23) ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), pelo diretor de operações do Sebrae, Marcelo Toscano, é discutível.

Em primeiro lugar, o Museu da Segunda Guerra Mundial em Natal já está sendo estruturado na Rampa. A mostra da Segunda Guerra no Trampolim da Vitória não justifica, necessariamente, a utilização daquele equipamento plenamente estruturado para funcionar como aeroporto internacional, importante para o desenvolvimento de Natal, Parnamirim e do estado por inteiro. Por fim, o aeroporto de São Gonçalo pode mudar sua finalidade, resgatando a ideia original, como terminal de cargas ou coisa parecida.

Natal ilhada

O retrocesso aéreo com o aeroporto de São Gonçalo faz de Natal uma “quase ilha”, inacessível. Ele saiu do ranking dos melhores, e o Aeroporto de João Pessoa virou a melhor opção para os  turistas e outros viajantes.O levantamento para o citado ranking leva em conta informações de voos da base de dados da AirHelp e centenas de pesquisas com passageiros.

Por outro lado, o principal portão de entrada e saída do Rio Grande do Norte, atualmente, seria o aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, na Grande João Pessoa (PB). Ainda não dá para afirmar, mas que o equipamento paraibano já atende a expressiva parcela de turistas que viaja para Natal, assim como aos próprios norte-rio-grandenses, já há mais de um ano, é fato comprovado. O alerta é quase vermelho, segundo a imprensa especializada.

Perda

O aeroporto que atende à capital potiguar, mas fica no município de São Gonçalo do Amarante, a 50 quilômetros de Natal, perde movimento a cada ano. Em comparação a 2013, último ano de funcionamento do antigo Aeroporto Augusto Severo, a perda de passageiros-ano já chega a 200 mil. As altas tarifas aéreas estão fazendo a própria população potiguar "desistir" do Aeroporto Internacional Aluízio Alves, inaugurado às pressas poucos dias antes da Copa do Mundo de 2014.

Vale ressaltar que, desde a abertura do equipamento, os turistas que viajam para a Praia da Pipa quase sempre optam por chegar através do aeroporto de João Pessoa, que fica mais próximo do badalado vilarejo potiguar do que São Gonçalo do Amarante. Atualmente, some-se a esta menor distância geográfica os preços das passagens aéreas mais em conta para a Paraíba. A fase é preocupante para o turismo potiguar.

RN deu prá trás

O RN passou trinta anos construindo uma imagem turística no mundo inteiro, e uma obra mal pensada acabou com a sua reputação. Esse aeroporto foi inventado e poderia servir de base para voos comerciais importantes, mas. ao ser destinado para a movimentação de passageiros, criou sérios problemas.

O Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, apelidado de Aeroporto de Natal, já foi até palco de mais um espetáculo mais triste, quando um incêndio que durou vinte minutos atingiu uma torre de refrigeração, provocando a evacuação de uma área e grande correria. Não se teve notícia de vítimas.

Distante cerca de trinta quilômetros do antigo Aeroporto Internacional Augusto Severo, de Parnamirim, afastou o fluxo de turistas que se destinam ao Rio Grande do Norte, pois boa parte prefere chegar por João Pessoa, devido a uma séria de conveniências.

Além de não estar com todos os serviços prometidos e anunciados, vários problemas já foram registrados, entre eles uma pista de pouso e decolagem, que precisou ser consertada, causando a suspensão de voos nacionais e internacionais por mais de um mês.

Aeroporto mal cuidado

O aeroporto Aluízio Alves tem um quê de capenga desde que foi inaugurado. No saguão, tapumes que anunciavam, desde o primeiro dia, a instalação de serviços de correios, bancários e outros, mas que continuam lá, sem nenhuma utilidade.

Faz tempo; muito tempo, uns dois anos, que um dos espelhos do toilette masculino foi quebrado, e neste tempo todo encontra-se lá no mesmo lugar. Por um breve tempo, chegou até a ser interditado naquele local, mas depois foi liberado para uso, o que mostra a imagem cada vez mais distorcida daquele grande galpão que sucedeu o Aeroporto Internacional Augusto Severo.

Para ter uma ideia do desconforto atual dos passageiros, tudo que o aeroporto de São Gonçalo/Natal oferece na sala de embarque são dois bebedouros.

Agora, esta notícia, já esperada: o movimento de passageiros diminuiu em 200 mil, com relação ao Aeroporto Augusto Severo. Além do que os preços das passagens são mais caros em relação a capitais de estados vizinhos. Tudo isso em prejuízo para o turismo do Rio Grande do Norte.

É, por todos estes motivos, hora de levar a debate o futuro do Rio Grande do Norte, que pode ser melhor direcionado com o retorno do Aeroporto Augusto Severo. Aliás, ao ser desativado aquele aeroporto era – ao contrário do que se vê agora – o melhor do Brasil, segundo o mesmo ranking do qual o Aeroporto de São Gonçalo nem mais consegue participar.

 

24.05.2019

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA (04.05.2019) 

Há 94 anos nascia o Dr. Luiz Moura

Dr. Luiz Moura - o maior difusor da auto-hemoterapia e um dos muitos médico que a receitam – nasceu no Rio de Janeiro em 04 de maio de 1925, filho de médico. Estudou na Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, quando a universidade ainda ficava na Praia Vermelha, mesmo lugar em que o seu pai se formara nos idos de 1918. Médico clínico geral, Dr. Luiz Moura foi vice-diretor do Hospital Cardoso Fontes de Bonsucesso, um dos maiores hospitais do Rio de Janeiro. Presidente do INPS, na época em que englobava o INAMPS, diretor da DIMED, órgão de fiscalização que deu lugar à ANVISA, diretor de medicina social do estado do Rio de Janeiro, fundador da CEME (Central de Medicamentos), feito que desagradou a indústria farmacêutica.

O Brasil e a saúde pública devem muito a este grande homem, que, do alto de mais de 60 anos de exercício da medicina, sempre ancorado no juramento hipocrático, teve a coragem de enfrentar interesses poderosos e escusos, ao divulgar a auto-hemoterapia, retirando do ostracismo essa técnica que foi esquecida por força da ganância dos que enriquecem às custas das nossas doenças.

Dr. Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina. O seu pai foi professor da mesma faculdade, e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. Ele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940.

Ele se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo era cirurgião, então também usava o mesmo método. A finalidade era basicamente combater bactérias.   A partir de 1976 passou a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá.

O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 fazer um blog metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. O raios-X que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. A solução era fazer uma prótese. O Dr. Garófalo rejeitou a solução e disse: “quem vai me curar é a auto-hemoterapia”. E pediu que Dr. Moura aplicasse nele.

No fim de 4 (quatro) meses sentia-se curado. Novo exame de raios-X mostrou que não havia mais obstrução alguma. Dr. Garófalo presenteou Dr. Moura com dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias.

Mostrando que a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, com a amplitude que o avanço da imunologia deu. Até porque afirma que antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico. Em 1976, num caso de esclerodermia fase final, no qual a médica disse que não tinha nada a fazer, Dr. Luiz Moura propôs o tratamento com auto-hemoterapia. A médica concordou. A melhora foi uma coisa espantosa. Trinta dias depois a paciente saiu andando do hospital. Assim seguiu receitando auto-hemoterapia para inúmeras enfermidades. 

Em 2004 aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas. Com a audiência do DVD da entrevista ganhando grandes proporções, no primeiro semestre de 2007 a ANVISA emitiu Nota Técnica completamente questionável contra o uso da auto-hemoterapia.  Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer superficial, tendencioso e incompleto, afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia nos serviços oficiais de saúde.


Um grande Maestro

 

Da janela da vida por onde olhei, um dia vi Afonso Laurentino. Lá estava ele, ainda jovem, participando de um tempo em que o Rio Grande do Norte se organizava. Era o começo dos anos sessenta do século passado, no governo de Aluízio Alves. Ele circulava com desenvoltura, diante daquelas máquinas rotoplanas, caixetas e fascinantes linotipos. E viu chegar o Off-Set, que trazia tanta felicidade aos olhos leitores.

No lendário Diário de Natal, encontrou Ana Maria Cocentino, que fazia a mulher potiguar aparecer na vida profissional. Protagonizaram, então, um dos romances mais notáveis da nossa história. E seguiram, com o batente das notícias, a aconchegante casa da Rui Barbosa, a biblioteca de cada dia, e Gustavo, e Tatiana.

Quantas notícias, quantas lutas, quantas vitórias, quantas surpresas vivenciamos, anos seguidos, nos velhos tempos da ANI (Associação Norte-Riograndense de Imprensa), da Associação dos Jornalistas, das passeatas, das campanhas pelas Diretas-Já, Anistia, redemocratização.

O futuro chegou, conhecemos a informática, o celular, as redes sociais, as TVs locais, os novos rumos para os meios de comunicação. Mas Afonso Laurentino estava em todas as partes, com todos os amigos, como um maestro, indicando cada momento, e sendo ouvido por cada um, como quem pressiona e puxa a vareta do Stradivarius e dá o tom mais alto, para sensibilizar o mundo com a mais bela sinfonia.

Muitas lembranças temos da nossa convivência: do Diário de Natal à vida em Capim Macio. Do Grande Ponto ao refúgio de Pirangi, Afonso nunca parou um minuto. Está sempre perguntando ou mostrando os resultados da sua tão completa interpretação.

Que dizer mais, deste amigo, colega e conselheiro, senão da nossa emoção, da nossa felicidade, por vê-lo, com vigor e lucidez, continuar esta vida digna e destacada, desejando que vivencie este dia por muitos e muitos anos. Com saúde, amor, paz, sossego e felicidade.

Parabéns, Afonso! Pelo seu 85º Aniversário.

05.04.2019


Entrevista esclarecedora

sobre a auto-hemoterapia

 

Uma entrevista bastante esclarecedora sobre Auto-hemoterapia, a que concedemos no programa De Frente com Roberto Guedes, da TV União, veiculada no dia 26.02.2019, e que se encontra disponível no You Tube. No começo o apresentador informou que o entrevistado tem uma história muito interessante de cura, com relação a uma doença que médico nenhum conseguiu curar.

O programa foi voltado para várias enfermidades que, certamente, podem ser curada com o próprio sangue, mas a doença à qual trataria imediatamente seria enxaqueca. Foram abordados temas como os tipos de problemas enfrentados com a auto-hemoterapia; o histórico da técnica, desde 1831; pesquisas, estatísticas e divulgação na internet; e vários tipos de uso na Medicina esportiva, estética e outras.

Uma injeção como outra qualquer 

Como se pratica a auto-hemoterapia, foi uma pergunta que o jornalista Roberto Guedes fez na entrevista, dando oportunidade para informar que a técnica consiste na retirada de sangue da veia, e aplicação imediata no músculo. É como uma injeção qualquer. Foi mostrado também que o Conselho Federal de Medicina despreza trabalhos científicos sobre auto-hemoterapia por estarem “escritos em outros idiomas”.

No último bloco, foi mostrado o que é preciso para fazer a auto-hemoterapia; a relação desta técnica com os antibióticos; terapias integrativas; e o estelionato do Conselho Federal de Medicina, que retirou do seu portal matéria sobre o uso da auto-hemoterapia, depois que milhares de usuários mostraram que resolveram seus problemas de saúde com a sua aplicação.

De Frente com Roberto Guedes – Íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=ff7xc4RUSdc

 



Auto-hemoterapia na 97.9 FM e TV União

 

Auto-hemoterapia, meu sangue me cura, é o tema da entrevista que vamos conceder na próxima segunda-feira, 25.02.2019, à TV União, que já me entrevistou em outra ocasião.  Agora, a entrevista será no programa De Frente com Roberto Guedes, às 13:30.

Na quarta-feira, 20.02.2019, fomos à rádio FM 97.9, de Natal, para entrevista sobre auto-hemoterapia, que, para quem ainda não sabe, é uma técnica que combate e cura doenças, com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos.

Falamos sobre a técnica, a história, a perseguição que sofre por parte da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e do Conselho Federal de Medicina - CFM. Na mesa, para outras entrevistas, um juiz criminal e uma promotora de justiça. Ouviram, atentos, e ficaram meio curiosos e abismados com as coisas da Anvisa e CFM. Ao final, perguntaram, simultaneamente, como era feito. Clandestinamente, respondi, e mostrei que nos baseamos nos documentos, que proíbem o uso da técnica “nos serviços de saúde”.

Caminhando com o jornalista Roberto Guedes, encontramos um colega jornalista, que chegava para trabalhar. Entusiasmado, Roberto perguntou se ele conhecia a auto-hemoterapia. Resposta surpreendente, principalmente para o apresentador. O colega usa desde 1985, e já enfrentou câncer com metástase por 8 vezes

Para saber mais sobre Auto-hemoterapia, acesse http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm

 E assim caminha a auto-hemoterapia.


AUTO-HEMOTERAPIA NO CONGRESSO

   Deputados e Senadores estão submetendo às suas assessorias um documento enviado por usuários e defensores da Auto-hemoerapia, sob o título de A INCLUSÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA COMO TÉCNICA  INTEGRATIVA DO SUS. O assunto vem sendo analisado desde os primeiros dias da nova legislatura. Espera-se que os paralmentares adotem providências com vistas à normatização desse assunto, que vem sendo conduzido de forma enviesada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Conselho Federal de Medicina – CFM e outros órgãos.

 Segue o texto do citado documento, na íntegra

 “Excelentíssimo(a) Senhor(a) Parlamentar,

 Parabéns pela posse em tão destacada função.

Nesta oportunidade em que V. Exa. assume o seu mandato, com suas propostas de trabalho e bandeiras de luta, gostaríamos de apresentar um tema importante para a saúde, principalmente a saúde pública: a Auto-hemoterapia. Trata-se de uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Mas aqui não se trata apenas da apresentação da técnica ou mostra de quem toma partido por ela. É algo bem mais complexo.

- Saúde para o povo – Uma medida para eliminar gastos

- Pela revogação dos atos arbitrários da Anvisa e do CFM 

Os defensores da auto-hemoterapia querem que seu uso seja liberado nos serviços de saúde do Brasil, e que médicos, enfermeiros, farmacêuticos, odontólogos e demais profissionais de saúde possam utilizá-la sem o sobressalto que vivem atualmente. Querem, inclusive, que os órgãos responsáveis, na academia, nos governos e nas entidades profissionais assumam suas responsabilidades e realizem pesquisas para comprovar a eficácia da técnica, que já é largamente comprovada em muitos casos, mas alijada por não ter sido calcada em métodos científicos que só beneficiam os laboratórios de medicamentos. Realizadas essas pesquisas, sabemos que o resultado será pelo uso da AHT. Aliás, ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, CFM – Conselho Federal de Medicina e COFEN – Conselho Federal de Enfermagem e outros órgãos sabem disso.

Proibição arbitrária e ilegal

Apesar de todas as evidências da eficácia da auto-hemoterapia, seu uso foi proibido aos médicos, enfermeiros e serviços de saúde, através de uma nota técnica arbitrária e ilegal à qual está submetida despoticamente toda a sociedade brasileira.

Diante dessa situação, propomos a V. Exa. uma atenção a este assunto, com o que verá que o uso da auto-hemoterapia trará inúmeros benefícios ao povo brasileiro e terá como consequência uma economia astronômica de recursos despendidos atualmente, e que poderão ser utilizados em outras ações importantes. Para tanto, faz-se necessário a revogação da Nota Técnica da ANVISA que estabelece proibições ao uso da auto-hemoterapia.

Uma técnica simples que pode curar e prevenir muitas doenças

A auto-hemoterapia passou a ser defendida mais fortemente em 2004, quando o Dr. Luiz Moura publicou um artigo intitulado “Auto-hemoterapia” (http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ), no qual explica o funcionamento da técnica, faz um histórico e apresenta informações sobre a sua ação terapêutica.

Dr. Luiz Moura faz um histórico, mostrando que em 1911 F. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos, conforme dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier. Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo. E cita H. Dousset – Auto-Hemoterapia - Técnicas indispensáveis, afirmando em 1941 que é útil em certos casos para dessensibilizações.

O artigo cita também trabalho de pesquisa científica realizado pelo médico Jessé Teixeira - Complicações Pulmonares Pós- Operatórias Autohemotransfusão ( http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) e texto produzido pelo médico Ricardo Veronese sobre o tema Imunoterapia: O impacto médico do século ( http://www.rnsites.com.br/artigo_ricardo_veronese.pdf ).

Recentemente foi mostrado também que a auto-hemoterapia foi tema de tese de doutorado em 1924, “A auto-hemoterapia nas dermatoses”, realizada pelo Dr. Alberto Carlos David na Universidade do Porto (http://www.rnsites.com.br/210_2_FMP_TD_I_01_P.pdf )

O Conselho Federal de Medicina emitiu Parecer em 2007 afirmando que a técnica não teria comprovação científica, mas, ao contrário do que está colocado no parecer – que é incompleto e superficial - na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos (http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm ).

A despeito dessas ações arbitrárias daqueles órgãos, a população continuou utilizando a auto-hemoterapia, com o que vem prevenindo e curando muitas doenças, conforme milhares de depoimentos publicados nos meios de comunicação e na Internet.

Chamado a explicar o uso da auto-hemoterapia em processos éticos instaurados no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro - CREMERJ e no Conselho Federal de Medicina – CFM, Dr. Luiz Moura foi ao final absolvido em ambos. Mesmo assim a perseguição que é feita à técnica que ele sempre usou e tem convicção dos benefícios que traz à clientela, causou-lhe muito mal e muitos transtornos.

Ressaltando que Medicina é a arte de curar, Dr. Luiz Moura diz que só tem um único compromisso com seus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso não respeita os padrões chamados científicos. Para ele, o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Defende o uso de recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.

Aos médicos e futuros médicos recomenda conferir sempre, nunca aceitar nada como ‘isso é coisa do passado’, isso é ‘atrasado’, ‘está fora de moda’. Se possível, sempre somar o antigo com o novo. E sempre conferindo que não haja prejuízo para quem vai usar o tratamento.

Aos pacientes recomenda em primeiro lugar mente positiva, porque a mente negativa agrava o sofrimento. O Sistema Imunológico, quando a pessoa fica negativa em relação ao seu padecimento, declina. Se a pessoa crê na sua cura, ela tem toda chance de vencer a doença.

O que é Auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

Diante desse quadro, é urgente que as autoridades sanitárias vejam que os atos da ANVISA

e CFM sobre auto-hemoterapia estão ultrapassados

Senhor(a) Parlamentar,

Auto-hemoterapia deixou, portanto, de ser apenas uma questão de permissão da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Conselho Federal de Medicina – CFM ou outros órgãos que os acompanham. A intervenção da Anvisa no assunto, desde o ano de 2007, foi contrariada pela verdade dos fatos. A mesma verdade dos fatos que desmantelou o parecer fajuto, tendencioso e incompleto do CFM, que tentava proibir o uso dessa técnica pelos médicos. Tão logo entrou em vigor a decisão do CFM manifestada no citado parecer.

Os anestesiologistas fizeram com que o órgão se retratasse e admitisse o uso do Tampão Sanguíneo Peridural – TSP; a medicina esportiva vem mostrando a eficácia através do Plasma Rico em Plaquetas – PRP; a medicina estética também faz uso e obtém excelentes resultados; da mesma forma que são usadas a ozonioterapia e a auto-isoterapia de sangue; além do que a população, através de milhões de exemplos exibidos diariamente, continuou tratando seus males com a chamada AHT.

Como se vê, não adianta mais a Anvisa, o CFM, o Conselho Federal de Enfermagem – COFEN, o Conselho Federal de Farmácia – CFF e a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia – SBHH citarem o Parecer do CFM ou a Nota Técnica da Anvisa para dizer que a técnica não tem eficácia. As experiência realizadas durante todos esses anos reforçaram as afirmações do Dr. Luiz Moura, grande defensor da auto-hemoterapia, comprovando o seu funcionamento em todos os lugares e áreas onde é utilizada, tanto na medicina convencional como na veterinária.

Desta forma, é hora de reconhecer que a Anvisa foi precipitada ao emitir uma Nota Técnica tão somente para tentar conter o uso da técnica pelos brasileiros, como o CFM foi desumano ao forjar uma conclusão baseada em dados tendenciosos e mentirosos. A questão, no momento, é que as autoridades sanitárias devem conduzir com responsabilidade os atos relacionados com a auto-hemoterapia, reconhecendo a sua eficácia em todas as formas que já são amplamente comprovadas, e abrir espaço para estudos e pesquisas  que esclareçam o funcionamento da técnica para cada finalidade que é utilizada.

Vale lembrar o que afirmou o Dr. Francisco Rodrigues, médico potiguar, professor da UFRN, que analisou as informações sobre a auto-hemoterapia, e concluiu, a respeito das atitudes arbitrárias de todos aqueles órgãos: “Faltou ouvir a parte mais interessada, ou seja, os usuários”. Conforme podemos observar em todas as manifestações da Anvisa, CFM e outros, em nenhum momento a opinião dos usuários foi levada em conta. Nenhuma audiência pública foi realizada. E em todas as vezes que tentaram abordar o assunto na TV, rádio e imprensa, tiveram de mostrar sempre experiências que comprovaram a eficácia da auto-hemoterapia no tratamento e cura de mais de cem doenças.

Contamos com o seu apoio a esta causa, que tanto bem traz ao povo brasileiro.

Brasil, 1º.02.2019

Atenciosamente,

(Assinado por setenta cidadãos)

 
 
 

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