Natal, 22 de julho de 2020

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REFLEXÃO 


1

A calçada do cinema


As capas das revistas sempre foram algo fascinante em minha vida, desde que comecei a tomar gosto pelo manuseio e leitura daquele tipo de impresso. Nos anos sessenta do século passado, o Brasil vivia, ainda, a Era do Rádio. Pouca gente possuía e assistia televisão, que mostrava um mundo preto e branco, com recepção precária e limitada em número de canais e programação. O acesso às notícias era predominantemente através de rádio e jornal. As revistas ocupavam, então, um espaço maravilhoso, com histórias em quadrinhos, aventuras, ilustrações e imagens coloridas que encantavam os olhos dos leitores.

Meu gosto pelas revistas era tal, que, durante uns cinco anos frequentei, diariamente, a calçada do Cinema São Luiz, onde se estabeleceu um ambiente de venda, compra e troca de revistas, que proporcionava o acesso àquela leitura de forma completa, variada e mais em conta. Assim, todos tinham oportunidade de levar para casa e ler todos os títulos disponíveis à época, principalmente das editoras Rio Gráfica, Ebal (Editora Brasil Améria Ltda.) e Abril (Disney). Aproveitava também para levar pastilhas, drops de cevada, bala de mel e o inesquecível confeito Dea.

Toda tarde, enquanto chegavam os clientes do cinema para a sessão vespertina do fllme de cada dia, muitos rapazes de várias idades chegavam, com variadas quantidades de revistas, em busca das novidades. Cada um passava, uma a uma, uma vista nas capas das revistas, sempre com belas imagens de desenhos ou fotografias, coloridas, da época ou antigas, mostrando o mundo do cinema, da música, do teatro ou dos quadrinhos. O destaque era para histórias de bang-bang, infantis e de ficção científica.

Daquele movimento surgiam informações e discussões sobre o mundo dos quadrinhos e outros, muitas vezes relacionadas com as “películas” em evidência, como El Cid, Bem Hur, Sansão e Dalila, A queda do Império Romano,  Ringo, Django, No tempo da diligências, Bufalo Bill, Tarzan, Zorro, e filmes de guerra ou terror, que movimentavam aquela inesquecível sala de exibições, que deu lugar ao atual Banco do Brasil do Alecrim. Já tinha, em frente, a cigarreira do Gordo, onde se comprava O Poti e a Tribuna, além das revistas de cada semana, e lanchonetes, com as guloseimas da época, saboreadas juntamente com suco de mangaba, Grapette ou laranjada Crush. 

Essas lembranças trazem à mente um filminho, com a minha saída de casa, na rua Campo Santo, depois Rafael Fernandes, levando um bolo de um palmo de altura, com revistas variadas, para mostrar, vender, trocar e comprar outras. Seguia a pé pela calçada da barbearia de Seu Cabôco, da Policlinica, onde muitas vezes encontrava Caju, antigo funconário do hospital, passava pela Amaro Barreto e dobrava na avenida 2. E a volta, cheio de novidades, para alimentar as ideias e mergulhar nas atrações, entre elas aquele curso de Rádio, TV, Transístores e Eletrônica, do Instituto Universal Brasileiro, que aquiri, cursei e montei um rádio transistorizado, recebendo um belo diploma com meu nome escrito por um calígrafo.

A carga de informações que temos hoje ao alcance da mão, pelo celular, notebook, tablet ou PC, é bilhões ou trilhões de vezes maior do que aquela que tínhamos, porém procurávamos usufruir ao máximo todos aqueles traços gráficos, resultado de muito trabalho. Éramos ávidos pelas novas aventuras de Tarzan, Zorro, Cavaleiro Negro, Flecha Ligeira (Muitas vezes desenhada pelo nosso conterrâneo Evaldo Oliveira), Fantasma, Mandrake, Antar, Rocky Lane, Cisco Kid, Reis do Faroeste, Tio Patinhas, Pato Donald, Mickey, Roy Roger’s, Homem Aranha, The Jetsons, Os Flintstones, Batman, Super-Homem, Capitão Marvel,  Jerônimo – O herói do sertão, Bolinha, Luluzinha, Popeye e Recruta Zero.

Todas essas lembranças trazem uma saudade daqueles amigos, revisteiros, confeiteiros e cinéfilos, pela convivência tão harmônica e saudável. Muitos deles devem ter, ainda, guardados, exemplares daquelas preciosidades que mantínhamos com muito carinho, sem querer amassar, sujar nem rasgar, principalmente aquelas que eram de capas impresas em papel couché, as quais chamávamos de capas-lisas. Nos meus alfarrábios guardo algumas, que vez por outra me fazem voltar um pouco no tempo, ou fazem com que aquele passado chegue até os dias atuais. Sem esquecer os buchichos que faziam sobre as moças da bilheteria.

(Walter Medeiros)

22.07.2020


Encantos e mistérios

(Voo cancelado devido a pandemia)

--- Walter Medeiros

A nossa chegada a Lisboa na ultima vez foi diferente. Das vezes anteriores, sempre encontrávamos os amigos Carol, Ricardo e Armida, e passávamos dias ou horas, dependendo de estarmos com destino a Portugal ou outros lugares. Mas da vez passada, em 2019, fizemos diferente, pois quem estava lá era nosso filho Firmino Neto, com a sua amiga Mackay, que nos levaram a conhecer as belezas do Vilar, Cadaval, Montejunto e outros lugares. Foi um dia, para conexão, que se tornou muito agradável e feliz.

Neste sábado, 30 de maio de 2020, deveríamos chegar a Lisboa, indo de Natal, para umas férias cheias de planos e sonhos. Certamente estariam a nos esperar os amigos Carol, Ricardo e Arminda, que nos mostrariam belas orquídeas, as novidades do caminho e aquelas surpresas que Carol sempre guarda no seu apartamento da Fonte Nova. Iríamos rever aquelas frondosas árvores, respirar aquele ar puro e ameno, olhar aquelas varandas coloridas por variadas e belas flores naturais, aqueles ônibus amarelos circulando pelas largas avenidas.

A cafeteria da nossa preferência deve estar diferente, sem aquele aconchego ao redor do balcão, e mesas recolhidas ou interditadas naquelas imensas alas onde se toma tão saboroso café, com pastéis de nata, croissant, tortas, tostas, queijos e doces. E o restaurante onde saboreamos tantos pratos de arroz com mariscos, mariscada, bacalhau, arroz de pato, e tantos peixes de Sagres, Alvor e Setúbal; como estará!... Quanta conversa precisamos retomar, para saber cada vez mais sobre os recantos da cidade.  

Em algum momento iríamos atravessar aquela sala do apartamento, seguindo até a janela para apreciar as árvores que se exibem diante de todos os andares do prédio, movidas pelo vento que vem da mata. Ouvir o som do trem, que passa com frequência lá na outa esquina, no rumo do bairro das Nações.  E quanta coisa, Carol, Arminda, Ricardo, quanta coisa, Lisboa, ainda faríamos neste dia, pelas tuas ruas, becos, entranhas, que sempre nos trazem tanta alegria!

31.05.2020


 

 Auto-hemoterapia eleva a imunidade,

mas autoridades de saúde desprezam

 

- Para o CFM e a Anvisa, os doentes devem esperar a morte, e morrer; mas não permitem usar a auto-hemoterapia.

 

--- Walter Medeiros

 

As autoridades de saúde do Brasil têm demonstrado uma preocupação imensa com a pandemia de coronavírus – COVID-19, mas, ao mesmo tempo, cometem uma negligência injustificável, que chega, em alguna aspectos, a caracterizar mesmo omissão de socorro. Refiro-me ao descaso contumaz do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária – Anvisa, entre outros órgãos, para com a Auto-hemoterapia - AHT, uma técnica que eleva quatro vezes a imunidade do organismo e está sendo utilizada por milhares de pessoas como prevenção do vírus.

Recentemente, a cientista, pesquisadora e médica Elnara Negri foi a primeira pneumologista do Brasil a observar que coágulos eram responsáveis pela falta de oxigenação no organismo de pacientes com covid-19. Foi a primeira experiência nessa situação, relatada na revista semanal norte-americana Science, considerada uma das mais importantes publicações científicas do mundo. O relato mosrou a evolução do tratamento da covid-19 com heparina —um anticoagulante indicado para reversão da trombose. A médica declarou ao UOL que está ministrando anticoagulante em todos os pacientes graves que atende. O tratamento tem resultado em transferência de pacientes de UTIs para enfermarias ou em alta. Ela afirma que o protocolo ainda não é aplicado em todos os hospitais, "porque nem todos os colegas acreditam no tratamento". Diz que "Eles querem tudo baseado em evidências com estudos randomizados.”, mas assevera: “Acontece que nós estamos no meio da guerra, e por isso nesse caso, a nosso ver, a observação clínica associada aos dados de autópsia deve ser levada em consideração." 

Se a prática médica possibilita essas experiências que salvam vidas no estágio avançado da doença, é de se esperar que as autoridades repensem as decisões arbitrárias e desumanas até agora adotadas com relação à AHT, e admitam o seu uso, em vista de todo o histórico de mais de cem anos de tratamentos com eficácia e sem nenhum risco ou mal relatado. Lembremos que o Dr. José Felippe Jr. informou ao Ministério Público Federal que ”A autohemoterapia é técnica amplamente utilizada em vários países por inúmeros médicos cujos trabalhos foram aceitos nas melhores revistas especializadas e que versam sobre a utilidade de estratégia terapêutica não experimental que pode ser empregada quando o arsenal convencional falhou (...)”.

Dr. Felippe, respeitado cientista de São Paulo, concluiu seu parecer sobre a técnica defendendo que "Além de não se enquadrar em tratamento experimental a autohemoterapia devido a eficácia e segurança está disponível para a população carente do nosso País, desde que a abordagem convencional seja plenamente empregada e não tenha surtido o efeito desejado, pois, cabe ao médico assistente minorar sofrimento e melhorar a qualidade de vida de quem o procura e nele confia. O paciente é responsabilidade do seu médico assistente." – observa.

Como já está vastamente difundido, a auto-hemoterapia é uma técnica de eficácia fartamente comprovada cientificamente, que pode até precisar de alguns ajustes e acréscimos, mas exatamente devido e essa lacuna, sempre alegada, órgãos de classe, entes governamentais e até o Ministério Público Federal fazem vistas grossas e impedem a sua utilização nos serviços de saúde brasileiros. Esta técnica poderia até estar servindo regularmente para proteger a população brasileira contra os efeitos do Coronavírus e outros, haja vista sua principal característica, de aumentar em quatro vezes a imunidade do organismo. A técnica, que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, vem salvando vidas há mais de cem anos. Seu maior obstáculo é o fato de não resultar em lucros, pois só depende de uma seringa, um chumaço de algodão, um pouco de álcool e uma pessoa para aplicar.

A intolerância com a citada técnica é tal, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa e o Conselho Federal de Medcina – CFM não admitem nem mesmo o seu uso sob o amparo da Declaração de Helsinque, que permite a realização de procedimentos nos cidadãos que firmem um documento com o Consentimento Informado.

Na realidade, os brasileiros doentes com males mortais ou mesmo em estado terminal não podem usar a auto-hemoterapia aplicada por profissionais de saúde, nos órgãos de saúde, em nome de uma Nota Técnica distorcida da Anvisa e um parecer tendencioso do CFM. As pessoas, segundo o CFM e a Anvisa, devem esperar a morte, e morrer; mas não podem usar a auto-hemoterapia.

Neste momento em que se enfrenta uma pandemia de Covid-19, e o Governo Federal adota medidas de emergência e calamidade, se é permitido colher sangue de uma pessoa que já foi contaminada pelo vírus e aplicar em outra pessoa, que seja permitido também tirar o sangue da própria pessoa e aplicar no seu músculo. Pode ser retomado, assim, um tratamento que era usado até 2007, para enfrentar inúmeras mazelas, sem qualquer restrição, e sem que tenha sido registrado nenhum problema durante mais de cem anos de prática.

22.05.2020


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