História do Rádio
Artigos - Novembro de 2010

WALTER MEDEIROS

walterm.nat@terra.com.br 



 

O QUE NATAL DEVE A MARILENE DANTAS

08.11.2010

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

Na minha andança matinal deste tempo de sol forte, percebo que a Prefeitura de Natal, através da Urbana, certamente, fez uma limpeza geral no pé da cerca do calçadão da Avenida Engenheiro Roberto Freire. Tratamos desse assunto em Crônica anterior, conforme o leitor poderá conferir no link http://www.rnsites.com.br/humaniza_47.html . Foi uma providência valiosa para os que utilizam aquele espaço, mas pelo que soube, o pessoal da Urbana não se atreve a tirar o lixo que fica por dentro da cerca, por se tratar de terreno do Exército Brasileiro. Mas já foi um bom passo.

Mudando a vista para o centro da avenida, vemos os canteiros que, apesar de todas as dificuldades e altos e baixos, constituem uma paisagem muito agradável da nossa capital. Bate a lembrança de que estou devendo uma homenagem a uma mulher que faleceu há alguns dias e cujo trabalho e dedicação aos logradouros públicos da cidade sempre foi algo notável. Marilene Dantas, Secretária de Serviços Urbanos, foi a grande responsável pelo desenvolvimento e manutenção dos canteiros de Natal, que nunca tinham sido tratados de forma completa, organizada, constante e profissional.

Sempre que se via Marilene Dantas falando na TV ou acompanhando in loco o trabalho dos seus auxiliares, percebia-se a sua dedicação, a sua vibração e aquela espécie de amor incondicional à cidade. Era uma servidora pública que se doava, daquelas que torna perceptível o valor do seu trabalho além da recompensa que pudesse ter como funcionária de primeiro escalão. Ficava, assim, a sensação de que ela trabalhava mais do que devia e por isso Natal ficaria lhe devendo pelo menos a gratidão por ter florido suas ruas e embelezado seus passeios.

Não fui próximo de Marilene Dantas, não tivemos muitos contatos, mas acompanhava o seu trabalho sempre que tinha algo a ver na sua área. Além do que recebi testemunhos de pessoas que me diziam, sem qualquer relação de subordinação a ela, que “os canteiros de Natal nunca foram tão bem cuidados” e que “ela estará presente em cada planta, em cada flor espalhada pelas nossas avenidas”.


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