terça-feira, 27/08/13

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 

 

. DVD DR. LUIZ MOURA

. HISTÓRICO

. MÉDICOS  

. PESQUISA  

. BIBLIOTECA  

. LINKS  

. ARQUIVOS


RELATOS

Enfermidades tratadas com auto-hemoterapia, segundo centenas de relatos dos usuários: acnase, aftas, alergias, alzheimer, anemia, ansiedade, artrite, artrose, asma, autoimunohemoterapia, câncer, câncer de pele, cardiopatia, cistite, cistos, colesterol, colite, coração, crohn, depressão, dermatite, derrames, diabetes, doença de chagas, dor de garganta, dores, dores na coluna, enfisema, enxaqueca, epilepsia, erisipela, esclerodermia, espondilite, esteatose, estresse, feridas, fibromialgia, fibroses, fungos, furunculose, gastrite, glaucoma, gota, gripe, hemorróidas, hepatite, hernia de disco, herpes, hipertensão, histoplasmose, hiv, infecções, insônia, labirintite, leucemia, leucopenia, lupus, mal de parkinson, menopausa, menstruação, micoses, mioma, na odontologia, neurofibrose, osteomielite, osteoporose, penfigo, prisão de ventre, problemas anestesia, problemas circulatórios, problemas de pele, problemas de vista, problemas estomacais, problemas pulmonares, problemas renais, psoríase, púrpura, reumatismo, rinite, síndromes, sinusite, tiróide, toxoplasmose, trombose, tumores, várias patologias (1 e 2) , varizes, verrugas, vírus hpv.

 

Protocolo de AHT

 

PROTOCOLO DE AUTOHEMOTERAPIA

Prof. MSc. Enf. Telma Geovanini

 

TÉCNICA DE AUTOHEMOTERAPIA

Periodicidade

1. Punção Venosa

2. Aplicações

OBSERVAÇÕES

1- Região deltóidea(D)

2. Região dorso glútea(DG)

3. Região ventroglútea(VG)

 

 

É IMPORTANTE QUE, ANTES DAS APLICAÇÕES, O PACIENTE PASSE POR UMA AVALIAÇÃO, ONDE SERÁ COLHIDA ATRAVÉS DE ANAMNESE A SUA HISTÓRIA ATUAL E PREGRESSA, E REALIZADO SEU EXAME FÍSICO COMPLETO, FAZENDO-SE A INDICAÇÃO PRECISA DO CASO.

 

A CADA SEÇÃO DE AUTOHEMOTERAPIA DEVE-SE REAVALIAR O PACIENTE, VERIFICAR SEUS SINAIS VITAIS E ESTADO GERAL E FAZER A EVOLUÇÃO RELATANDO NO PRONTUÁRIO OS SEUS PROGRESSOS COM O TRATAMENTO. INTEIRAR-SE DO PACIENTE COMO UM TODO, INDAGANDO E OBSERVANDO TAMBEM O  SEU EMOCIONAL, MENTAL.

 

TODA A TECNICA DEVE SER CUIDADOSA E DELICADA, SEM PRESSA E SEMPRE COM A COLABORAÇAO E PARTICIPAÇAO DO PACIENTE. UM AMBIENTE CALMO, LIMPO E TRANQÜILO DEVE SER ESCOLHIDO, SEM INTERRUPÇÕES E COM UM MÍNIMO DE PESSOAS OBSERVANDO, CONVERSANDO, ETC.

 

JAMAIS NEGLIGENCIE A LIMPEZA E HIGIENE. ANTES DA APLICAÇAO HIGIENIZE AS MAOS RIGOROSAMENTE FRICCIONANDO-AS EM SEGUIDA COM ALCOOL A 70% E FAÇATAMBEM  A ANTISSEPSIA DOS LOCAIS DE PUNÇAO E APLICAÇAO COM ALCOOL A 70%. CONFORME PROTOCOLO.

 

TÉCNICA DE AUTOHEMOTERAPIA:

 

Prescrição básica (que poderá ser alterada pelo médico de acordo com sintomas e gravidade da doença):

 

Coletar de 5 (prevenção, profilaxia de doenças e sintomas leves)  a 10 ml de sangue de uma veia periférica e injetar imediatamente este mesmo sangue nas regiões; deltoide, ventroglutea ou  dorso glútea.

 

Periodicidade:

 

1 vez cada 7 dias durante 10 a 12 semanas em seguida suspender de 30 a 40

dias, reavaliar e voltar a fazer outro ciclo se necessário. Podem ser feitos vários

ciclos subseqüentes e a terapia pode ser feita indefinidamente.  As paradas ajudam o sistema imune a dar uma resposta melhor posteriormente, pois com a freqüência  das aplicações o sistema de estabiliza (atécerto ponto). Assim o impulso imunológico pós pausa torna o sistema mais responsivo.

 

· Antecedendo ao procedimento, realiza-se a higienização das mãos e fricção com álcool a 70%

 

· o calçamento de luvas de procedimentos pode ser dispensado na auto aplicação, mas deve ser feito em aplicações de uma pessoa para outra, principalmente se pessoa em que se desconhece seu histórico patológico pregresso e atual .

 

· o manuseio adequado do material descartável (seringa e agulhas) de uso

  individual do paciente – Este é um serio problema como e onde descartar o material utilizado nas aplicações. Deve-se evitar jogá-los no lixo comum, de preferência, use uma vasilhame (tipo embalagem de sorvete de 2 litros com tampa) e vá acondicionando as seringas acopladas à agulha para posterior descarte em lixo hospitalar ou incineração.

 

· Posição do paciente: deitado e relaxado

 

· Orientar o paciente sobre o procedimento e obter sua colaboração

 

 

1. Punção Venosa:

 

1. Fazer análise da rede venosa para certificar-se de sua viabilidade, evitar

    membro onde tenha ocorrido dissecções venosas ou cateterismos.

 

2. Uma veia periférica é escolhida. Normalmente da parte interna do cotovelo

    veias cefálica ou basílica, ou da rede venosa do dorso das mãos.

 

3. Um garrote é colocado com o fim de restringir o fluxo sangüíneo através da

    veia. Em pessoas com fragilidade capilar, recomenda-se a aplicação do

    esfigmomanômetro aneróide ou garrote sobre pano

 

4. A antissepsia tanto do local da punção quanto da aplicação, não deve se  negligenciada e é feita com um anti-séptico (álcool 70%) na direção contrária aos pelos.

 

5. Insere-se uma agulha na veia (25 X7), e o sangue é coletado em uma seringa.

 

6. Após o procedimento, o garrote é retirado imediatamente para restaurar a circulação.

 

7. A agulha é removida e o local da punção é coberto com algodão e pressionado levemente e se necessário, elevado a um nível acima do coração, para deter o sangramento. Assim procedendo raramente ocorrerá hematoma. Pedir ao paciente para elevar o braço e ficar pressionando o local da punção enquanto a aplicação é feita.

OBS: Solicitar ao paciente para ficar pronto (soltar roupas, cintos, antes da punção venosa, pois após, o braço puncionado deve ficar posicionado como no item 7.

 

2. Aplicações:

 

· No momento da aplicação, é injetado por via intra muscular o sangue  colhido. Principalmente no deltóide (braço), deve-se fazer a aspiração de segurança antes de injetar o sangue, para certificar-se de que nenhum vaso foi puncionado. Ao se aspirar deve vir uma pequenina quantidade de ar no bico da agulha.

 

· Os locais ideais para aplicação da auto hemoterapia são as regiões

   dorsoglútea ou ventroglutea. No quadrante superior externo do glúteo.

 

· Devemos observar: distância em relação a vasos e nervos importantes;

  musculatura desenvolvida; espessura de tecido adiposo;

 

· Evitar lesões, tecido cicatricial ou endurecido.

 

1. Fazer antissepsia do local na direção contrária aos pelos

 

2. Delimitar a área e firmar delicadamente um pouco abaixo do local da aplicação

 

3. Introduzir a agulha (25 X 7) num ângulo de 90 graus. Pode-se aplicar com a mesma agulha com a qual foi feita a coleta do sangue, não havendo necessidade de troca de agulhas, pois a microbiota da pele do paciente é a mesma e desde que se tenha atentado para a higiene e antissepsias como recomendado.

 

4. Aspirar, observando a aparecimento de pequena bolha de ar no bico

 

5. Injetar o sangue bem lentamente (isto diminui a ardência e ajuda na absorção)

 

6. Após injetar todo o volume, aguardar 2 segundos e ir retirando a agulha bem delicadamente. Esse espaço de tempo permite que não haja refluxo do sangue.

 

7. Colocar um chumaço de algodão e fazer leve compressão no local, ideal é deixar um pequeno curativo (algodão+adesivo) sobre o local

 

*- Se houver possibilidade, a depender do local onde é feita a terapia, solicitar que o paciente permaneça por minutos deitado, relaxado, repousando serenamente. Isto ajuda na sua tranqüilidade pós aplicação.

 

 

OBS:

 

Volumes X local de aplicação: 5 ml: deltóide, 5 a 10ml glúteo ou ventro glúteo. Mais de 10ml o volume deve ser aplicado em 2 locais, dividindo-se o mesmo (com a mesma seringa) aplica-se a metade num local e o restante em outro.

 

Voltar a observar o local da punção venosa após todo o processo para ver se fez boa hemostasia.

 

Deixar o paciente permanecer algum tempo sob observação antes de se retirar.

 

Abaixo ilustração dos locais de aplicação e técnicas.

 

Atenção: A angulação da agulha para todas as aplicações intramusculares é de 90 graus seja qual for o músculo escolhido e deve-se sempre aspirar (puxar levemente o embolo da seringa) antes de injetar.

 

1- Região deltóidea(D):
 

O volume máximo a ser introduzido é de 5ml com a angulação da agulha perpendicular à pele(90º), não devendo ser utilizado várias aplicações consecutivas, devido a massa muscular ser relativamente pequena.
 

A delimitação deverá ser feita marcando quatro dedos abaixo do final do ombro e no ponto médio no sentido da largura(ao nível da axila), 3 a 3,5 cm acima da margem inferior do deltóide.

 

 

2. Região dorso glútea(DG):
Indicada quando tiver a necessidade de se administrar 5 a 10 ml (no caso de sangue). Um dado anatômico importante é o nervo ciático, fundamental para a motricidade dos membros inferiores, ele jamais poderá ser afetado, para evitar esse erro, a área é estabelecida traçando-se um eixo imaginário horizontal com origem na saliência mais proeminente da região sacra, e outro eixo vertical, originando na tuberosidade isquiática, cuja linha de conexão fica paralela ao trajeto do nervo ciático. A injeção é aplicada no quadrante látero-superior externo.

 

 

Posicionar o paciente deitado de barriga para baixo, com a cabeça voltada para o aplicador (para melhor observação de desconforto ou dor durante a aplicação),os braços ao longo do corpo e os pés virados para dentro.

 

3. Região ventroglútea(VG):
É a região mais indicada por estar livre de estruturas anatômicas importantes. É constituída pelos músculos glúteos médio e mínimo de espessura muscular grande (média de 4cm). Não apresenta vasos sangüíneos ou nervos significativos(área servida por pequenos nervos e ramificações vasculares). O posicionamento dos feixes musculares previne o deslizamento do medicamento em direção ao nervo ciático.Esta região é assinada colocando a mão esquerda no quadril direito do paciente e vice-versa; aplica-se a injeção no centro do triângulo formado pelos dedos indicador e médio quando o primeiro é colocado na espinha ilíaca antero-superior e o segundo na crista ilíaca.

 

 

 

                                                           Prof. Telma Geovanini

                                                           enfermeira

ATUALIZADO

 

 

FONTES

O que é auto-hemoterapia?

 
  DR. LUIZ MOURA

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 

 

 

PARA ENTENDER OS FATOS

PARA ENTENDER OS FATOS-II

PARA ENTENDER OS FATOS-III

 


 

PELA LIBERAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA NO BRASIL

Para assinar a petição, basta acessar o site http://bit.ly/JFQegr  e seguir as intruções.

 

   

 

   

 

   

 

   
     
     

 

Epidermólise Bolhosa pode ser

tratada com a auto-hemoterapia

 

 

PESQUISA MOSTRA 1108 USUÁRIOS DA AHT

 

Razões para liberar o uso da

Auto-hemoterapia no Brasil

 

ARQUIVOS COM OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA